O Colectivo A TRIBO vai levar a palco, entre maio e julho, três espetáculos em Mafra e na Ericeira, num ciclo que explora temas como o crescimento, a relação com a tecnologia e as dinâmicas humanas.
As três criações – “As mãos nascem fechadas”, “Ligar/Desligar” e “As Pessoas”- formam um tríptico artístico interligado, que propõe uma reflexão sobre o percurso individual e coletivo ao longo da vida.
O primeiro espetáculo, “As mãos nascem fechadas”, estreia a 29 e 30 de maio, às 21h30, no Auditório Municipal Beatriz Costa. A criação aborda o crescimento humano através de uma metáfora inspirada na natureza, associando o desenvolvimento pessoal ao florescimento.
Segue-se “Ligar/Desligar”, em cena no mesmo espaço a 13 e 14 de junho, também às 21h30, centrado na relação entre os jovens e o mundo digital. O espetáculo propõe uma reflexão sobre o equilíbrio entre o tempo passado online e a vivência no plano físico e social.
O ciclo termina com “As Pessoas”, apresentado na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, nos dias 10, 11 e 12 de julho. A criação aborda a complexidade das relações humanas, explorando emoções, experiências e processos de transformação ao longo da vida.
De acordo com a mentora do projeto, Daniela Simões, os três espetáculos mantêm uma ligação conceptual, apesar de partirem de abordagens distintas, refletindo diferentes fases e experiências.
A iniciativa insere-se na atividade do coletivo enquanto projeto de teatro comunitário, promovendo a participação de grupos com diferentes idades e percursos, e reforçando a ligação entre criação artística e comunidade.
























